O Continente da Esperança e o futuro da Democracia na América Latina
por Graça Salgueiro em 12 de maio de 2006

Resumo: Durante o Seminário Internacional sobre Democracia Liberal, será autografado o livro “O Continente da Esperança”, que relata a agonia da democracia venezuelana e a influência do Foro de São Paulo nos rumos da política sul-americana.

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Me coube a honra e o prazer de convidar para participar do Seminário Democracia, Liberdade e o Imperio das Leis, o venezuelano Alejandro Peña Esclusa, cuja experiência profissional e vivência em uma democracia agonizante sob a influência direta e constante de Cuba nos destinos de seu país, o autorizam a nos alertar (e a todos os povos da América Latina) sobre o perigo que nos ronda e asfixia lentamente, sobretudo num ano de tantas eleições presidenciais.

Na ocasião do Seminário Alejandro estará autografando seu mais novo livro lançado dia 10 de maio, na Venezuela, intitulado “O Continente da Esperança”, em cuja contra-capa lemos:

“O Continente da Esperança expõe, através de uma descrição horripilante, os veradeiros planos da esquerda. (...) Este livro faz um delineamento de fundo que fará muito bem a seus leitores, especialmente aos jovens, que necessitam de inspiração para a luta, frente a tanta desesperança. O autor não escreve desde a fria perspectiva de um analista, senão em sua condição de dirigente político que leva onze anos lutando contra Hugo Chávez e a organização castrista que o respalda, o Foro de São Paulo”.

Esta chamada da capa nos soa suficiente para avaliar o peso e a importância de seu debate com Luis Alberto Lacalle e Armando Ribas sobre “O futuro da Democracia na América Latina”, sobretudo para nós brasileiros, cujo atual presidente da República é estreitamente vinculado ao presidente venezuelano, Hugo Chávez, ambos pertencentes ao Foro de São Paulo.

Em 2002, este venezuelano que por experiência própria conhecia o destino que teria nosso país com a eleição do Sr. Lula da Silva à Presidência da República, veio ao Brasil e posteriormente escreveu um artigo intitulado “Carta ao povo brasileiro”, onde expunha com clareza os rumos que estavam sendo traçados para toda a América Latina, de expansão e dominação do comunismo, para “resgatar na América Latina o que perdeu-se no Leste Europeu”, segundo palavras de Fidel Castro na fundação do Foro de São Paulo.

Hoje ele volta ao nosso convívio, através do Seminário, trazendo na bagagem seu livro e toneladas de experiências acumuladas nesses 7 anos da “República Bolivariana da Venezuela”.

Que suas palavras não sejam levadas pelo vento e nos rendam bons frutos.

Dados biográficos:

Alejandro Peña Esclusa, venezuelano, 51 anos, é engenheiro mecânico graduado pela Universidade Simón Bolívar. Egressado do Instituto de Estudos Superiores de Administração (IESA) e do Instituto de Altos Estudos da Defesa Nacional (IAEDEN). É especialista no tema da subversão na América Latina. Trabalhou como assessor do Conselho Nacional de Segurança e Defesa da Venezuela. Foi convidado como conferencista nas Américas do Norte, Centro e Sul, assim como na Europa. Aos trinta anos, depois de trabalhar com êxito na atividade empresarial, decide dedicar-se à política, porém sem militar nos partidos tradicionais. Foi candidato à Presidência da República da Venezuela no ano de 1998.

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